
“Como um reloginho, temos em mãos uma nova versão do Ubuntu (8.04 “Hardy Heron”, algo como “Cegonha Durona”) seis meses após o lançamento da versão anterior da distribuição Linux. Esta é uma versão LTS, ou seja, com suporte (pago, se você quiser) a longo prazo: até abril de 2011 no desktop e até abril de 2013 no servidor. A Canonical, claro, aproveita a deixa para bater na tecla de que se trata de uma versão ideal para uso corporativo.
Afinal, estabilidade e a garantia de ter pra onde correr caso as coisas dêem errado é o que as empresas mais querem. Mas nem por isso os usuários domésticos devem ficar ressabiados: o novo Ubuntu continua funcionando “redondinho” no desktop (ou notebook) doméstico, como sempre.
Um dos principais destaques desta versão é um método alternativo de instalação usando o Wubi, que coloca o Ubuntu “lado-a-lado” com o Windows, como um diretório na mesma partição do HD. Isto tem algumas vantagens: a instalação é bastante rápida e simples (uma tela, seis perguntas e mais nada), não é necessário particionar o disco (algo fácil hoje em dia, mas que ainda assusta os novatos) e a “desinstalação” do Ubuntu, caso o usuário queira, pode ser feita como em qualquer outro programa Windows: por meio do painel de controle Adicionar/Remover Programas no Windows.
Entretanto, tem algumas desvantagens também: uma ligeira perda de desempenho (relacionada ao acesso a disco) e a impossibilidade de colocar o computador para “dormir” (sleep/hibernate), o que é mais grave entre os usuários de laptops.
Afinal, estabilidade e a garantia de ter pra onde correr caso as coisas dêem errado é o que as empresas mais querem. Mas nem por isso os usuários domésticos devem ficar ressabiados: o novo Ubuntu continua funcionando “redondinho” no desktop (ou notebook) doméstico, como sempre.
Um dos principais destaques desta versão é um método alternativo de instalação usando o Wubi, que coloca o Ubuntu “lado-a-lado” com o Windows, como um diretório na mesma partição do HD. Isto tem algumas vantagens: a instalação é bastante rápida e simples (uma tela, seis perguntas e mais nada), não é necessário particionar o disco (algo fácil hoje em dia, mas que ainda assusta os novatos) e a “desinstalação” do Ubuntu, caso o usuário queira, pode ser feita como em qualquer outro programa Windows: por meio do painel de controle Adicionar/Remover Programas no Windows.
Entretanto, tem algumas desvantagens também: uma ligeira perda de desempenho (relacionada ao acesso a disco) e a impossibilidade de colocar o computador para “dormir” (sleep/hibernate), o que é mais grave entre os usuários de laptops.
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